de Paulo C Denúbila
De uns tempos para cá tenho ficado feliz em ver, e com admiração, os cães de rua de nossa cidade perambulando pelas ruas, saudáveis como estão. Acredito que isto se deve principalmente às redes sociais, pois, por meio delas, uma conscientização maior se tem notado a respeito da vida dos animais até pouco antes maltratados por muitos e desprezados. Chegou-se a ouvir boatos, na época, de que a Câmara estaria moldando uma lei, ou saiba lá o que seja, para punir pessoas que fossem pegas tratando clandestinamente de animais nas ruas. Alegavam que desta forma os bichos iriam mais e mais popular a cidade. Acho que esqueceram, ou não sabem que o instinto de sobrevivência das espécies, não está tão ligada à falta ou à abundância de alimento, e se assim fosse, algumas das regiões da África, por exemplo, estariam completamente dizimadas de criaturas, por causa da fome. No entanto, em meio à inanição, o amor acaba que sendo mais forte, e continuamente nasce gente, morre gente, e está sempre nascendo.
De uns tempos para cá tenho ficado feliz em ver, e com admiração, os cães de rua de nossa cidade perambulando pelas ruas, saudáveis como estão. Acredito que isto se deve principalmente às redes sociais, pois, por meio delas, uma conscientização maior se tem notado a respeito da vida dos animais até pouco antes maltratados por muitos e desprezados. Chegou-se a ouvir boatos, na época, de que a Câmara estaria moldando uma lei, ou saiba lá o que seja, para punir pessoas que fossem pegas tratando clandestinamente de animais nas ruas. Alegavam que desta forma os bichos iriam mais e mais popular a cidade. Acho que esqueceram, ou não sabem que o instinto de sobrevivência das espécies, não está tão ligada à falta ou à abundância de alimento, e se assim fosse, algumas das regiões da África, por exemplo, estariam completamente dizimadas de criaturas, por causa da fome. No entanto, em meio à inanição, o amor acaba que sendo mais forte, e continuamente nasce gente, morre gente, e está sempre nascendo.
Por parte das
autoridades na administração anterior, antes dessa conscientização popular, na
época em que se viam os pobres animais esfomeados, depilados e feridentos por causa
dos ataques de fungos, sarnas e etc., mal pairando sobre suas próprias pernas,
procurou-se uma solução, que seria
sacrificar os animais encontrados nessa situação (lógico que usando técnicas de
morte sem sofrimentos), mas aí vieram as ONGs de proteção aos bichos, e
impediram tal procedimento. A questão mais intrigante foi que, quando solicitados
para apresentarem uma melhor ideia, adivinhem: Simplesmente viraram as costas
para o assunto, como que dizendo: Que se virem desde que não morram os bichos!
Pelo menos, para sorte
dos cães, e porque não dizer para nossa alegria, a força da comunicação social e
da informação, despretensiosamente, tem causado um ótimo efeito na consciência
das pessoas, de que vidas, não somente humanas, merecem o nosso respeito e
carinho, em especial os animais tidos como domésticos, pois não sabem
sobreviver inteiramente sozinhos, mas dependem de nossa água, nossa comida e
cuidados, também, com relação à saúde. Em fim, se certas espécies de animais são
domésticas, foi porque o homem as domesticou, e se as domesticou, foi porque
viu que é bom. Portanto, por que não tratá-las com desvelo como se fossem (e
realmente são) parte integrante de nossas vidas ou de nossa família?
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