Desenho a lápis de cor e texto -Paulo C. Denubila
O que é o homem, para prepotentemente presumir que tudo existe em sua função? Mas, a realidade de Deus,em toda sua onisciência e onipotência, tudo criou dentro de uma esfera divina, tudo em função de si mesmo. Seus planos são de tamanha complexidade, inatingível à compreensão humana. O céu, a terra, a vegetação, os animais, mesmo o homem, este à sua imagem e semelhança, e toda a criação, fazem parte do seu universo. Como as pessoas têm seus objetos pessoais, e neles se comprazem, Deus também tem prazer em tudo que criou para si. Deus tem os seus planos, bem como o homem tem os seus. No entanto, nós e nossos planos existimos em função de Deus, e a ele estamos sujeitos,queiramos admitir ou não. Somos um pequeníssimo elemento que faz parte de toda uma estrutura, na qual jamais concebemos a ideia de sermos como que vermes atacando o planeta, que por sua vez, não é mais do que uma única célula de um possível corpo, de proporções gigantescamente astronômicas para nós, mas, visto pelo Criador, ou por um sujeito pertencente a um outro plano infinitamente maior do que o nosso, não passa de uma pequena planta ou de um pequenino animal.
Quando olhamos a cabeça de um alfinete, não imaginamos que em sua massa metálica, tão compactada, abriga um universo, que parece não ter como comparar com o universo no qual vivemos, mas, em verdade, tem as mesmas características, os mesmos espaços, os astros nele representados pelos milhões de átomos, que são uma super miniatura de sistemas planetários, ou seja, seus núcleos, nada mais que sois, e seus elétrons, planetas que giram em torno do seu núcleo.
Imaginando haver vidas em um destes elétrons, guardando as devidas proporções, é claro, elas não estariam pertencendo ao seu universo, enquanto nós pertencemos ao nosso? Podemos imaginar ainda astrônomos, com seus poderosos telescópios, a observar o seu vastíssimo universo, que para nós não é mais que a cabeça de um alfinete?
Ainda me fez pensar num outro ponto: Deus não é um meio para atingir as coisas. Ele é, por si só, o fim. Tudo que fazemos tem que ser para chegar em Deus.
ResponderExcluirSim, não importa o que somos, o que temos ou onde em que plano estamos, felizes são os que compreendem que Ele é o ponto central, ou seja, o ponto final!
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