Paulo C. Denúbila
Em nossas orações comumente pedimos para que sejamos livres dos males que possam sobrevir a nós e, não raro, esquecemos ou nunca nos lembramos de pedir para que não sejamos causadores de males aos outros.
Da mesma forma como estamos sujeitos à invejas, agressões, calúnias, falsidades das pessoas, poderá ocorrer o contrário, ou seja, impropriamente, outras venham ser vítimas de nossas mazelas. Portanto, acreditando no poder da oração para nos resguardar do que insurge contra nós, sensato é acreditarmos no mesmo poder, o qual nos livrará de mancharmos o nosso caráter.
SEJAM BEM VINDOS AO MEU BLOG. SÃO DESENHOS, FRASES E TEXTOS PARA VOSSA APRECIAÇÃO E REFLEXÃO.
Os trabalhos publicados- de minha autoria ou não- são acompanhados dos nomes dos respectivos autores.
Os trabalhos publicados- de minha autoria ou não- são acompanhados dos nomes dos respectivos autores.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Fruto do Acaso e do Descaso
desenho a giz pastel seco em papel e texto- Paulo C Denúbila
terça-feira, 18 de outubro de 2011
UMA QUESTÃO DE SENSATEZ
Paulo C Denúbila
Em nossas orações comumente pedimos para que sejamos guardados dos males que ora possam nos sobrevir. E não é raro esquecermos, ou mesmo nunca lembramos de pedir para que não sejamos causadores de males aos outros.
Da mesma forma como estamos sujeitos à invejas, agressões e falsidades, poderá ocorrer que, impropriamente, outras pessoas sejam vítimas de nossas mazelas. Portanto, em se acreditando no poder de sermos resguardados do que insurge contra nós, acreditemos no mesmo poder, o qual poderá nos livrar de mancharmos o nosso caráter!
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Pedidos de uma criança
- "Não tenham medo de ser firmes comigo. Prefiro assim. Isso faz com que eu me sinta mais seguro.
- Não me estraguem. Sei que não devo ter tudo que peço. Só estou experimentando vocês.
-Não deixem que eu- adquira maus hábitos. Dependo de vocês para saber o que é certo ou errado.
- Não me corrijam com raiva nem o façam na presença de estranhos. Aprendo muito mais se falarem com calma e em particular.
-Não me protejam das conseqüências dos meus erros. Às vezes, eu prefiro aprender pelo caminho mais áspero.
- Não levem muito a sério as minhas pequenas dores. Necessito delas para obter a atenção que desejo.
—Não sejam irritantes ao me corrigir; se assim fizerem, eu provavelmente farei o contrário do que pedem.
- Não façam promessas que não poderão cumprir, lembrem-se de que isso me deixará profundamente desapontado.
- Não ponham muito à prova a minha honestidade. Sou facilmente tentado a dizer mentiras.
- Não me mostrem Deus carrancudo e vingativo; isso me afastará Dele.
- Não desconversem quando faço perguntas, senão procurarei na rua as respostas que não tive em casa.
-Não me mostrem pessoas perfeitas e infalíveis. Ficarei muito chocado quando descobrir nelas algum erro.
- Não digam que não conseguem me controlar. Eu julgarei que sou mais forte que vocês.
-Não digam que meus termos são bobos, mas ajudem-me a compreendê-los.
- Não me tratem como pessoa sem personalidade. Lembrem-se de que tenho meu próprio jeito de ser.
-Não me apontem continuamente os defeitos das pessoas que me cercam. Isso criará em mim um espírito intolerante.
- Não se esqueçam de que eu gosto de experimentar as coisas por mim mesmo. Não queiram me ensinar tudo.
- Nunca desistam de ensinar o bem, mesmo que eu pareça não estar aprendendo. No futuro vocês verão em mim um fruto daquilo que plantaram.
Muito obrigado, papai, mamãe, por tudo o que fizeram."
Do livro de Gabriel Chalita - "EDUCAÇÃO - A SOLUÇÃO ESTÁ NO AFETO"
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
CIVILIZAÇÃO?!
foto jornaldosbichos.blogspot.com
texto Paulo C Denúbila
Colocando-se lado a lado esta imagem e uma lei da civilização com a qual em algum município punem pessoas pelo fato de serem flagradas dando alimento para cães de rua, não oferecendo outra alternativa a não ser deixá-los soltos, famintos e empestiados pelas ruas, cabe-se uma pergunta: "Afinal o que é Civilização?"
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